Posts com a Tag ‘Mega-drive’

EU JOGUEI Sonic 2!

por Tom Peres em 2012
07/03

Faaaaala aí geeks!

Mais uma vez fui obrigado a mudar a ordem planejada de posts aqui no WRG para falar de um dos maiores cláaaassicos dos games. Vamos falar de um jogo que fez com que quase toda criança da época, quisesse um sapato vermelho.  O ano? 1992. O jogo? Sonic 2!

Depois do sucesso de Sonic, todos estavam ansiosos para o lançamento do segundo game da franquia. O ouriço estava em forte evidência na época, e todas as revistas de games publicavam novidades sobre o novo jogo do Sonic, até uma fita com o protótipo entrou ilegalmente em circulação com fases que não foram para a versão final. Produzido pela Sega Americana, Sonic the Hedgehog 2 contava a história de Sonic em West Side Island, ilha de visual paradisíaco que era regida pelo poder de 7 esmeraldas que estavam seladas em outra dimensão e deveriam ser recuperadas para impedir os planos malíginos do Dr. Robotnick.

Sonic 2, se tornou um sucesso absoluto, chegando até a ser distribuido junto com o console. Boa parte desse sucesso deve-se a adição de Tails, aquela raposinha marota que ficava te seguindo o jogo todo! O mais bacana, é que além do computador, um segundo player também podia controlá-la. Estamos falando de um jogo cooperativo em 1992!

Além de tudo, havia um “segredo” em Sonic 2, que não era tão segredo assim. Ao conseguir as 7 esmeraldas, Sonic ficava super-rápido, super-forte, invulnerável e “loiro”. Isso mesmo, o ouriço virava SUPER SAIYAJIN! Não necessariamente com esse nome, mas a referência a Dragon Ball Z era um tanto óbvia, não?

Sonic 2 foi talvez o jogo mais jogado na década de 90 e possívelmente o jogo que eu mais joguei na minha vida. As fases eram divertidas, as músicas também, e o game como um todo era fantástico! Assim como o primeiro, este também envelheceu bastante, e as crianças de hoje em dia nunca darão valor quanto aqueles que passaram a infância na mesma época que eu.

Para finalizar, vamos relembrar o drama de Tails, a raposa que não podia morrer.

Espero que todos tenham gostado! Não deixe de comentar e deixar a sugestão para semana que vem!

See ya!

EU JOGUEI Streets of Rage!

por Tom Peres em 2012
29/02

Quem nunca assistiu “Warriors” e ficou se imaginando nas brigas de gangues? Nas guerras que aconteciam no submundo das ruas? Eu, particularmente ficava maluco! Me imaginava sendo um lider de uma gangue a lá Toninho Cerezo no clipe de “Beat it”… Pô, falem a verdade, ser um cara “temido” era o sonho de toda criança!

Vamos voltar no tempo e ir para o começo da década de 90 para acompanhar um dos maiores sucessos da história dos games. O ano era 1992 e o console, Mega-Drive. Streets of Rage era lançado nos Brasil sob o nome da maior empresa de games da época: A Sega.

O jogo contava a história de uma cidade que deixou de ser um lugar tranquilo quando uma organização criminosa tomou conta de tudo, inclusive a polícia e o governo. Ninguém estava seguro. Em meio a isso tudo, um grupo de jovens decidiu recuperar toda a tranquilidade perdida. Eram eles: Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding. Você podia jogar com qualquer um deles.


No maior estilo beat ‘em up, Streets of Rage logo se tornou um sucesso absurdo. Todas as pessoas iam nas locadoras, fliperamas e pediam “briga de rua”. O jogo rapidamente se tornou absoluto nos vídeo-games de crianças, adolescentes e adultos. Com uma trilha sonora eletrônica (diga-se de passagem: F*DA!), o jogo era repleto de coisas que o deixavam “mais real”, como detalhes gráficos, animações e porradas que doiam só de olhar.

Se você não jogou Streets of Rage, hoje em dia há nas interwebs uma versão criada por fãs (e melhor que o original), disponível aqui!!!!

Agora, se você jogou, conte-nos! E lembre-se de deixar sua sugestão para o post da semana que vem!

See ya!

EU JOGUEI Top Gear!

por Tom Peres em 2012
15/02

Depois de ler o comentário do querido @Sobigger no primeiro EU JOGUEI, fui praticamente obrigado a alterar a ordem que havia planejado para os posts aqui no WeRgeeks. Vamos voltar no tempo e falar de um dos games que popularizou o conceito de multiplayer da melhor forma possível: Top Gear!

Lançado em 1992 e popularizado no começo de 1993, Top Gear construiu sua fama graças a sua jogabilidade, que apesar de conter apenas comandos simples, proporcionava disputas incríveis entre os jogadores. O objetivo do jogo era ser o piloto mais rápido do mundo, e por isso, era preciso correr em vários países e vencer todos os campeões.

Top Gear era considerado fácil de se jogar, pois basicamente, tinhamos que fazer a mágica com 5 botões: Acelerador, Freio, turbo e os direcionais para esquerda e para a direita. Qualquer um conseguia jogar Top Gear e essa era a sua maior graça!

As pistas eram muito coloridas, tinham curvas bem fechadas e vários obstáculos, que acabavam dificultando um pouco na direção do carrinho, mas isso não impedia a galera de dar várias risadas ao ver os amigos ir correndo pela grama ou rodando na pista.

Top Gear é divertido também pelos 4 carros (apenas 4!), todos simulando os grandes nomes da época. Eram eles: Ferrari Testarossa (carro vermelho), Ferrari 288 GTO (carro branco), Honda NSX (carro roxo) e o Porsche 959. O que diferenciava os carros era o equilíbrio entre: aceleração, velocidade máxima e consumo de combustível.

Um dos melhores pontos do game, sem sombra de dúvidas é a trilha sonora. Criada pelo artista Barry Leitch originalmente para a série Lotus Turbo Challenge, do o Tiranossauro dos bytes Amiga, a trilha foi remixada para o Top Gear. Todos os músicos que conheço, ficam impressionados com a precisão e velocidade dos arpejos apresentados pela melodia. A banda britânica Muse, teve inspiração na faixa título de Top Gear na criação da melodia de “Bliss”, do album Origin of Symmetry.

Se você não conhece e ficou curioso para saber do que estou falando ou quer ouvir uma versão mais pesada, a banda Mega Driver gravou uma versão que pode ser ouvida logo abaixo.

Para finalizar, uma curiosidade: O jogo tinha um bug muito estranho que permitia o mesmo jogador chegar em duas posições diferentes em uma mesma corrida (pontuando por ambas as posições). É claro que para não estragar a magia não contarei como explorar esse bug! MWAHAHAHAHAHAHA

Ficou curioso? Google it, dude!

É isso aí galera, se vocês curtiram, não deixem de compartilhar com seus amigos pelas redes sociais e comentar aí em baixo. Lembrem-se, o carrinho branco era o mais rápido!

See ya!

Episódio 60 – História dos Games (até 16 BITs)

por Tato e Prof. Maury em 2011
16/12

WeRGeeks PodCast

Olá, olá, olá Geeks!

No podcast de hoje Tato e Prof.Maury recebem convidados mais que especiais para contar a história dos games até 16 BITs. Babs Ranzinza a querida irmãnzinha do Garotas Geeks, o colecionador de games viciado Pablo Prime e Edwazah (o stalker mais gentil da podosfera), do Retroplayers, juntos em um único podcast, compartilhando suas histórias com os games! Neste episódio: descubra o que dois geeks vagabundeando na faculdade são capazes de fazer, ouça o Ed todo xavecador, saiba como foi que a Babs foi concebida… e muito mais! =P

LINKS CITADOS NO PODCAST
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Eu e meu Mega Drive

por Tato em 2011
07/12

Além de dia de reviews, quarta-feira também é dia de falar sobre games aqui no WeRgeeks. Então, durante minhas pirações escolhendo a pauta de hoje, decidi compartilhar com vocês minha história de amor com o meu console da era 16-BITs.

Quando era moleque, tive um Dynavision III e um Master System, depois de um bom tempo decidi aproveitar que o natal estava chegando, juntei umas mesadas minhas e do meu irmão e pedimos em conjunto para o bom velhinho um Mega Drive! Que alegria foi abrir aquela caixa da Tectoy!

Como muito dos meus amigos na época, e imagino que quase todos nós aqui, acabei ficando muitos e muitos anos com o Mega (apelido carinhoso da época), pirando com os GRÁFICOS ANIMAIS que ele tinha e, quase toda semana, alugando um game novo para zerar. Sim criançada, alugar jogos era mais que comum na década de 90! Eles costumavam ficar na seção oposta dos vídeos pornôs da locadora, o que não impedia a mulecada de ficar revezando entre peitinhos e Toe Jam & Earl. rs

Infelizmente, como o tempo foi passando e o console acabou ficando na caixa depois da aquisição do Playstation, acabamos doando nosso Mega para uma instituição de caridade fazer um bazar, com dois controles e TODOS os jogos. É o tipo de coisa que foi legal na época, um gesto muito bonito da criançada lá de casa, mas que dava aquela dorzinha no coração toda vez que lembrava daquele velho amigo que me acompanhou por tantas horas de Sonic The Hedgehog.

Algumas semanas atrás, meu querido amigo Salay perguntou se não sabia de alguém interessado em comprar um Mega Drive II, já que ele estava de mudança e precisava de espaço no quarto novo. Eu não pensei duas vezes, fiz umas negociações e, horas depois, lá estava eu, novamente, com um Mega Drive, dois controles e vááááááários jogos! \o/

Sem nem gaguejar, convenci o Prof. Maury a montarmos uma bancada de games aqui no escritório, ele trouxe os jogos dele e fizemos um humilde altar à nossa infância, com Castle of Illusion, F-22, Rei Leão, Super Street Fighter II, Airton Senna’s Monaco GP II, International Soccer, Tiny Toon, Toe Jam & Earl, Boorgerman, Quackshot, Taz Mania, Alienstorm e, é lógico, Sonic The Hedgehog, Sonic Tails e Sonic 3. Sou um geek feliz! hehehe

Agora, para matar todos num momento nostálgico, pirem nesse clássico:

Ahhhh… antes de acabar, devo dizer que estamos preparando um REVIEW ANIMAL que envolve o Mega. Fizemos algo que ninguém nunca fez e, posso afirmar que foi FODABAGARAI! #Teasing =P