No podcast de hoje Tato e Prof. Maury, junto com a prata da casa Darthjee e Sr. Raspas de Gelo conversam sobre um dos maiores gênios ainda vivos, o mito, a lenda, Stephen Hawking. Nesse episódio: descubra DE VERDADE o motivo de Stephen Hawking ser tão famoso (e não é por conta da sua voz de robô de segunda categoria), conheça a história do cara, descomplique (ou não) tudo aquilo que você não aprendeu na escola e, acima de qualquer coisa, entenda DE UMA VEZ POR TODAS qual a verdadeira motivação de toda humanidade!!!
Sejam bem-vindos ao WeRgeeks Convida, um espaço criado para que nossos amigos, leitores e ouvintes também possam participar do blog e deixar posts com seus pontos de vista sobre o universo geek.
Temos o prazer em receber aqui mais uma vez Mauro Pichiliani, programador DBA (Database Administrator), Mestre Professor, consultor, escritor, articulista e podcaster do Databasecast! No qual, aliás, nós participamos do episódio 18!!! #FicaDica
Quando teremos um método matrix de ensino a distância?
Desta vez vou me focar na educação. Recentemente li um dos artigos da seção EU QUERO do WeRgeeks onde o Tato falou que gostaria de um método de ensino a distância no estilo Matrix. Bem, atualmente ainda estamos um pouco longe disso, mas algumas pesquisas recentes mostram que estamos caminhando nesta direção. Neste post vou abordar um pouco do estado da arte no que diz respeito ao aprendizado.
Em primeiro lugar, ainda falta muito para inserirmos diretamente no cérebro alguma informação. Alguns avanços avançados em símios do estão começando entender melhor como inserir informações e criar sensações que não estão lá como, por exemplo, o tato virtual. Nota: NÃO estamos falando do cara do busão vestido com a roupa do Tron!
Mas esta não é a única área de estudos que vem avançando no que diz respeito à aprendizagem. A neurociência vem produzindo resultados muito interessantes que podem ajudar quem pretende aprender rápido algum tópico. Basicamente os estudos vêm indicando que situações adequadas podem auxiliar muito o aprendizado e fazê-lo se tornar cada vez mais rápido. Por exemplo: um dos resultados recentes indica que alimentação adequada e a quantidade certa de horas de sono realmente fazem a diferença na hora do aprendizado. Outra recomendação é que se procure um lugar de estudo sem barulho e movimento. Contudo, há pesquisas que mostram que o estudante não deve ficar extremamente confortável, pois há indícios que quando se coloca um pouco de desconforto físico (uma cadeira simples, por exemplo) há mais retenção de conhecimento.
Há também alguns avanços em fatores externos manipuláveis que potencializam o aprendizado. Por exemplo, o uso de estimulação magnética transcranial vem sendo empregada para potencializar a concentração e aumentar a capacidade de reconhecimento e aumento do detalhamento em certas tarefas. O vídeo abaixo mostra um pouco sobre isso. Destaco o índice de tempo 0:47s onde o pesquisador utiliza um dispositivo externo (que não causa dano nenhum) para estimular certas área do cérebro durante o experimento.
Há também diversos avanços nas tecnologias que permitem a análise das áreas do cérebro, inclusive com dispositivos de baixo custo que podem ser utilizados como sensores sofisticados ou como dispositivos para a interação com o computador. Vale a pena destacar aqui que cada vez mais estamos entendendo não só o cérebro, mas também todo o sistema nervoso e sensorial, e que estes avanços possuem impacto direto na área de aprendizagem e educação.
Outras abordagens para estimular de forma externa o aprendizado, concentração e memória incluem o uso de pílulas, suplementos e outros elementos bioquímicos. Ainda não há pesquisas sérias que realmente comprovem a eficácia destas abordagens, mas vale a pena acompanhar o desenvolvimento das pesquisas nesta direção.
Do ponto de vista de recursos de aprendizagem temos uma verdadeira revolução. Se antes aprendíamos no modelo tradicional de ensino conhecido como “giz, saliva e apagador” que envolvia muita decoreba, atualmente estamos rodeados de recursos inovadores para facilitar cada vez mais o aprendizado. Vou citar alguns deles para provar o argumento que está cada vez mais fácil aprender.
Vamos começar pelos livros. O exemplo clássico envolve aquele livro de matemática com pouca teoria, nada de humor, demonstrações secas e frias e muitos, mas muitos exercícios. Hoje em dia não precisa ser mais assim: existem abordagens muito mais didáticas. Por exemplo:
a) Livros que ensinam matemática e outros assuntos em formatos diferentes com ilustrações de situações, quadrinhos, anotações engraçadas na lateral e até focadas especialmente para meninas. Nota: este livro de matemática chamado ‘Math doesn’t suck’ foi escrito pela Danica McKELLAR, a atriz que interpretou a Winnie Copper no saudoso seriado Anos Incríveis (Wonder Years). E sim, ela é uma verdadeira nerd com direito a uma equação que leva o seu nome!
b) Há também uso de quadrinhos feitos por pessoas em situações reais. Eu particularmente me divirto muito quando vejo iniciativas como o do Uncle Bob para ensinar conceitos complexos, tais como algoritmos, ou a ótima tirinha do nerdson que ensina muito bem o conceito de hotlinks, algo que todo muito que tem um blog ou site deveria saber.
Há também o uso criativo de jogos, música e dança para o aprendizado. Este conceito está cada vez mais presente à medida que os jogos estão começando a fazer parte do nosso cotidiano. Sim, estamos falando de gamificação. Um exemplo é o uso de jogos e danças para ensinar algoritmos como este canal no youtube mostra.
Quando se fala de vídeo nota-se que há diversas ideias interessantes para facilitar o aprendizado. Aqui destaco duas: a já famosa academia Khan, junto com as tradicionais vídeo aulas. Por outro lado, temos algumas abordagens bem didáticas como o uso criativo de papel e fantoches.
Além de recursos de aprendizado também há avanços em metodologias. Destaco aqui a ‘metodologia de ensino MythBusters’: eles partem de um mito, apresentam ideias para testes (primeiro em pequena escala e depois grande escala), citam as medidas, detalham a montagem, fazem o teste, discutem a análise dos resultados, modicam as características do experimento para replicar as circunstâncias em que o mito ocorre e finalizam decretam o veredicto sobre o mito (detonado, plausível e confirmado). Este tipo de metodologia ajuda muito quando estamos aprendendo, pois ela tem em seu cerne diversos princípios científicos que facilitam a compreensão.
Para finalizar destaco que grande parte do foco do aprendizado deve ser no aprendiz. Por isso cito a frase de um livro que aborda sobre como resolver problemas e, apesar de ser todo focado em exemplos matemáticos, ensina que através da resolução de problemas podemos conhecer os limites do nosso conhecimento e, a partir daí, expandi-lo.
“Quando um estudante comete erros realmente tolos ou é irritantemente vagaroso, a causa é sempre a mesma: ele não tem qualquer desejo de resolver o problema, nem mesmo deseja entendê-lo adequadamente e, por isso, não chegou sequer a compreendê-lo. Portanto, o professor que realmente deseja ajudar o aluno deve, antes de tudo, estimular a sua curiosidade, incurtir-lhe certo desejo de resolver o problema. O professor deve também conceder algum tempo ao aluno, para que ele tome a decisão e se dedique à sua tarefa.
Ensinar a resolver problemas é educar a vontade. Na resolução de problemas que, para ele, não são muito fáceis, o estudante aprende a perseverar a despeito de insucessos, a apreciar pequenos progressos, a esperar pela ideia essencial e a concentrar todo o seu potencial quando esta aparecer. Se o estudante não tiver, na escola, a oportunidade de se familiarizar com as diversas emoções que surgem na luta pela solução, a sua educação matemática terá falhado no ponto mais vital.”
Estes dois parágrafos acima foram retirados da segunda edição do livro “A arte de resolver problemas” de G. Polya, Editora Interciência, 1944, página 114.
Desde a era do byte lascado ouve-se #mimimi do tipo: “Bom era no tempo da BBS, não existia esse bando de pirralho no mIRC”! A diferença é que hoje teria ICQ e MSN no lugar de BBS e mIRC, respectivamente. Com a popularização da internet, a quantidade de ~mimizeiros~ aumentou exponencialmente ao longo dos anos.
A onda do momento é reclamar da orkutização do Facebook, afinal tivemos a timeline invadida pelas correntes de autoajuda, pelos gifs engraçadinhos, as mensagens da Martha Medeiros (que deve ser autora de 0,01% dos textos atribuídos a ela), os malditos joguinhos WhateverVille… Aí alguns early adopters falariam: “Antigamente que era bom! Por mim essa mulambada ainda não tinha vindo pra cá!”, como se a culpa do péssimo conteúdo fosse da rede social criada pelo Sr. Orkut. Então a solução é criar uma rede social só pra você e seu miguxo intelectual? Palmas Flipper!
Xingar muito no Twitter não resolve nem show do Restart e muito menos vai melhorar as idiotices postadas na grande rede. “Maldita classe C (D, E, X…) que compra computador parcelado nas Casas Bahia!!”. Como se você fosse filho do Eike, né? O grande vilão dessa história possui apenas 3 letras: NÓS. Isso aí! Eu, você, a vovó e a titia. Quando a gente prefere apenas usar o ctrl+c ctrl+v, sem pensar se os outros querem aquilo ou não, o resultado é lixo digital. Se os textos postados na interwebs fossem obrigatoriamente autorais, teríamos uma redução drástica nessa poluição. Aí você fica todo pimpão pensando “Ah, eu não compartilho qualquer coisa que me mandam. Esse papo não é comigo”. Errado! Se você fica se lamentando pela orkutização do facebook, do twitter, do Brasil, do mundo… é sim! Isso é lixo digital amigo!!! Uma informação inútil que é compartilhada aos borbotões!! Quando a educação oferecida para a população é precária, não se pode esperar que a mesma gere conteúdo inteligente. E não digo inteligente por textos que mudarão a sua vida. Estou falando daquelas bobagens escritas num momento de ócio, mas que vem do indivíduo. Ou seja, o cara parou para pensar sobre alguma coisa e compartilhou a sua visão.
O problema é que educação de qualidade se não é uma utopia, está próxima disto. E aí, vamos desligar o computador e ir pescar? Não! Usaremos o bom senso. Não é pra deixar de adicionar a sua priminha pré-adolescente que digita “ooooiiieeee, diaa lindoooo” ou o vizinho chato que só escreve “vai curintia!”, mas filtrar que tipo de informação você quer. Uma das grandes maravilhas da revolução digital é não sermos mais escravos do conteúdo alheio, mas parece que a grande maioria ainda não acordou pra essa abolição. NÓS temos o poder de criar listas ou bloquear no Twitter, de escolher os sites que vamos ver e quais amigos vamos ler.
A minha orkutização eu resolvo de uma forma simples: UNSUBSCRIBE.
No sexto episódio da segunda temporada do TatoScópio recebemos o nosso amigo gordo, peludo, com sérias dificuldades de reprodução em cativeiro e que adora comer um bambu… Sim, é ele, Sr. Seu Panda do Pauta Livre News e do fodasticamente novo Cruzador Fantasma! Conheça um pouco da sua história com os podcasts, sobre sua posição sexual favorita em um banheiro de avião e muito mais no Podcast mais Marilia Gabi Gabriela que existe! ;P
Como assinar o podcast no iTunes?
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Se tem uma tecnologia fodástica de Futurama, essa tecnologia com certeza é a de colocar cabeças humanas no jarro… e o melhor de tudo, mantendo elas vivas e com suas lembranças! huahuahua Parece bem bizarro, mas imaginem como seria louco ter a possibilidade de conversar com Albert Einstein, Napoleão ou até mesmo com a Cleópatra.
Inventada por Ron Popeil, essa tecnologia proporcionou que milhares de gênios, figuras ilustres, ricaços, celebridades (ou até mesmo sub-celebridades) consigam viver eternamente como um peixe no aquário. Acho que a única figura que não aceitou sua condição e arrumou um corpo foi o Nixon mesmo! =P
SE VOCÊ TAMBÉM QUER, DÁ UM CURTIR AÍ!!! \o/
É lógico que essa tecnologia só existe no mundo insano de Futurama, mas se você quiser, tem um App para iOS bem legal que te ajuda a fazer seu próprio avatar no jarro, com todo estilo da série, é claro. Então fica a dica, o Futurama Head in a Jar é grátis, é só clicar e baixar! ;D