Arquivo da Categoria ‘EU VOU JOGAR’

EU VOU JOGAR Resident Evil 6

por Marcello em 2012
19/09

Eu vou, você vai, nós vamos jogar. Sério, todo mundo vai jogar Resident Evil 6! Isso inclui AQUELES HIPSTERS DO “ORIGINAL É MELHOR” jogadores veteranos TIPO EU que perderam a fé na franquia. Vamos explicar como, aqui nessa bagaça. Mas antes, vamos entender o que foi Resident Evil até aqui.

Era uma vez…

Em 1996 chegava ao Playstation, uma novidade da CAPCOM que mudaria o gênero, o mercado e até a forma dos adultos olharem os games. Um grupo de resgate iria atrás da primeira equipe enviada a uma mansão abandonada. No meio da floresta, nos limites de Racoon City.

“Oh my god, it’s a monster!” exclamava Jill Valentine para seu parceiro Barry, ao ver o primeiro zumbi lhe fitar os olhos com aquele olhar de TE QUIERO fome e terror. Abrir portas, por si só, já era um elemento significativo para a tensão de quem jogava. A tela toda preta com a porta no meio. O silêncio ambiente acompanhado pelo som da maçaneta, quase sempre sem saber o que aguardar depois disso. Uma trama muito bem montada, animais infectados que se tornavam verdadeiros monstros. Quem não atirou até esgotar a munição quando surgiu a cobra gigante? Sem piadas sobre a cobra gigante. Tô falando sério agora. U.U

Daí veio o segundo jogo. Onde o universo se expandiu a um verdadeiro caos! Racoon City foi infectada e as ruas estavam tomadas por zumbis. Menos terror e mais ação. Menos dificuldade para quem não queria sofrer e TOFU prêmios para quem zerar o jogo com a faca nos dentes.

Jogo mais curto, mais emocionante… ok, chegamos ao ápice da emoção com Resident Evil 3! onde um tal de STAAARRS Nêmesis tocava o terror, te fazia tremer o jostick (literalmente ele tremia, Dual Shock tava aí pra isso) e correr como nunca. Onde Jill eternizou nos games o que era praticamente um jargão dela: “And I’m still alive”. Na geração seguinte de consoles não tivemos grandes títulos na franquia, a não ser uns spin offs como Code Verônica FOI TUDO UMA BOSTA e, para piorar, Resident Evil 4. Esqueça zumbis. Agora tem uns tais J’avo. Eles são consciêntes, rápidos e… sei lá, tem gente que gosta desses troços. Eu curtia mais o lance do terror original. RE4 tinha um sujeito de capa preta que VENDIA ARMAS. Sim, meu caro… em pleno caos vc comprava itens, ao invés de MATAR O CARA E PEGAR TUDO negociar a sobrevivência do vendedor no meio dos monstros. Depois, já nessa geração teve o Resident Evil 5. Muita gente elogiou o jogo. Dizendo: “Nossa, que game de ação, né! Uau, é tiro e pé na porta!” Sinceramente? Que enredo de merda! Assista esse vídeo, até os 3 minutos e me diz QUEM SERÁ A MULHER QUE NÃO REVELA O ROSTO?

Será que é a Jill? Oh meu Deus… Na boa, seu plot foi desvendado em 3 minutos e 2 cenas. Francamente… Jill Valentine não apenas ficou loira aqui, como também estava sendo dominada pelo vilão Albert Wesker.

Acho que não citei Wesker, o sacana que trai o grupo no primeiro jogo e reaparece na trama volta e meia como um “bio-terrorista”. Sim, Jill Valentine estava totalmente escravisada SEXUALMENTE e para piorar… era super rápida, forte e tudo mais! Assim como Wesker! Que desenvolveu uma espécie de soro que o mantinha “super-hero”. Não satisfeitos em cagar na Jill, cagaram no Wesker também. Mas que pseudo-origem manjada! Por que não deixaram como estava?! Inventaram que o cara foi criado em laboratório para ser um “super-ser”. Daí quando o vilão de capa preta visita a mansão onde tudo aconteceu, descobre sua origem, fica louco e resolve matar todo mundo. A GENTE TÁ FALANDO DO SEPHIROTH?

Vai, tem muita gente que gostou disso. Eu sou chato, eu sei. ¬¬

…e agora, de volta ao presente.

Resident Evil 6 está vindo para conquistar qualquer gamer que já tenha experimentado a franquia em algum momento da vida. Teremos 3 perspectivas diferentes e jogáveis em jogo: Chris Redifield, Leon S kenedy e Jake Muller. Essa é a formula para juntar todos os perfis de gamers que a franquia já teve ao longo dos anos.

Um enredo dividido e interligado entre 3 personagens que trazem experiências, parceiros e cenários diferentes para cada um. Se você sente falta de zumbis, terror e aquela sensação de “fudeu, brother, fudeu”, meus parabéns. Tô contigo e nós vamos jogar com o Leon. Se teu lance é mais estratégia militar, liderar equipe e ser o Shwaza em pleno apocalípse… Ou seja, se vc curtiu Resident Evil 5, cê vai curtir jogar com o Chris. Mas se teu lance é mais super-hero, enfrentando na base da porrada monstros como o saudoso STAAARRSS Nêmesis, devo te apresentar um tal de Jake.

Vamos dividir nossas expectativas em 3 partes então:

Leon S Kenedy
Após passar todo o sufoco que passou em RE4, Leon se depara com a mais difícil decisão de sua vida: Em segundos precisa decidir se mata ou não o presidente dos EUA, um zumbi agora, infectado pelo T-Vírus. O presidente estava decidido a revelar toda a verdade que envolvia o incidente de Racoon City, mas algo deu errado. Sua parceira Helena se culpa e a trama segue. Você vai encarar zumbis em uma cidade infectada, que está entrando em colapso agora. Note em seu gameplay que há todo um trabalho até na fotografia para que o clima de terror paire no ar. Sem contar com as situações de tensão envolvendo cidadãos comuns.

Chris Redfield
Chris terminou RE5 chamando a Sheeva de parceira IF U KNOW WHAT I MEAN e deixando para trás Jill Valentine, sem saber se ela continuava viva após o confronto com Wesker. Como tirar um personagem tão bom e importante para a franquia de um enredo tão ruim quanto aquele? SIMPLES! Deixa o cara sem memória! Pronto! Depois o jogo vai dando uma desculpa para a ausência da Sheeva, diz se a Jill tá viva, se tá loira ou morena… Depois. Porque agora você vai controlar um time inteiro de combatentes para encarar tiroteiros em uma cidade sitiada, efrentar J’avos e até uma cobra gigante (Olha aí, mais um voltando as origens)!

Jake Muller
E quem é o novato, né? Nada menos que o filho do Wesker! Com direito a herança de super-força e dependência química. Antes que a gente diga que essa é a única ligação do badass com o passado da franquia, que tal observar a parceira de jake? Sherry Birkin, senhores! Aquela garotinha que salvamos em Resident Evil 2 cresceu e tá aí na ativa! Quem diria… Bom eu gostaria de dizer minha opnião sobre o futuro desse rapaz. Mas… ah, mas nada! XD Eu acho que ele tem a cura pro T-virus! Aliás, eu aposto isso. Wesker deve ter amolecido ao saber que tem um filho e injetou no garoto a cura. Essa é a minha opinião, baseada no diálogo dele com a Sherry. ”O mundo precisa de você”. ”Não de mim, apenas do meu sangue”.

Dia 2 de outubro o game está nas lojas americanas. E nós, Cavalaria Geek… vamos jogar!

 

EU VOU JOGAR Assassin’s Creed 3

por Marcello em 2012
06/03

Novidade no WeRgeeks para você, parceiro geek e gamer.  Além da coluna de Tom Perez, EU JOGUEI, agora trago novidades sobre o que vamos jogar! Eu vou jogar tem cara de marketing de Rock in Rio e vai deixar você com água na boca, doido pra clicar no link de pre-order assim que terminar a leitura. E como quem escreve essa bagaça sou eu, Marcello, não podia começar de outra forma, né… vamos de Assassin’s Creed 3! \,,/

Como!? Não acabou? Cadê enredo?

Calma, relaxa… Sim, já contaram tudo que poderiam contar sobra a vida de Ezio e Altair. Mas não de Desmond! Desmond vai continuar sua saga para impedir o fim do mundo. Ele já foi confirmado.

O game se passa durante a revolução americana e isso me causou certo medo. Mas o medo passou quando o produtor disse: Você não vai jogar com Mel Gibson em “O Patriota”. Assassin’s Creed está muito distante dessa vertente… Cara! Que alívio. O protagonista não vai se tornar o Capitão Bundão América e não vão estragar meu jogo favorito! A Ubisoft é uma empresa francesa, o que abre a possibilidade para termos uma história sem cortes sobre intrigas, traições, massacres covardes, maçonaria e tudo que cerca a “invenção dos USA”.

Personagens históricos como George Washington, Benjamin Franklin (que não será apenas o inventor de gadgets do game, como Da Vinci) entre outras figuras importantes na história norte-americana já estão confirmados. Em Assassin’s Creed 2 os jogadores descobrem que George Washington possuiu uma maçã do éden. Mas o cara era, em tese, maçom (templário). Daí a gente olha as figuras a seguir, ele ao lado do protagonista e pensa: Hmmm… vai dar merda! D=

Então, quem é o protagonista? De onde ele vem agora, tio?

Connor é o nome do cara. Na verdade, seu nome indígena é Ratohnháken:ton ( lê-se: Ra-doon-ha-gay-doo – algo me diz que você prefere só Connor mesmo). Um jovem, filho de um inglês (daí a descendência de Desmond) com uma índia (alguém disse Pocahontas?) criado com a mãe em sua tribo. Mas o massacre de sua aldeia parece ter feito com que procurasse novos rumos ligados ao pai.

Connor se junta ao credo dos assasinos para evitar mais massacres, corrigir injustiças e… não… não vai atrás de vingança. Essa é a primeira grande diferença entre Connor e Ezio. Dentre outras esbarramos no fato de Connor não ser tão sociável quanto o italiano (esqueça a pegação e as ruivas). Connor acostumou-se a ser um ser solitário, como lobos. Aliás, a Ubisoft garante que seus movimentos vão lembrar os movimentos de um lobo em caça. Quando digo caça, não digo só em caçar templários. Mas veados, ursos, coelhos… O jogador precisa sobreviver em território selvagem!

O território selvagem, aliás, promete ser onde você mais vai gastar seu tempo. Esse território entre Boston e Nova Iorque é 1.5 vezes maior que todo o mapa de Roma em Brotherhood. Mas não vai ser dispensável como no primeiro jogo, onde você viajava o mais rápido possível do Masyaf para Jerusalém! Dessa vez a Ubisoft promete pelo menos 1/3 do jogo se passando nessa região. Ainda falando em território selvagem e novidades, o clima e as estações do ano vão influenciar não apenas o visual. Mas elementos significativos dentro do gameplay. Um lago pode ficar congelado no inverno, permitindo que o jogador o atravesse andando sobre o gelo. Há várias situações variáveis com as estações do ano. Ou dia/noite.

Tô olhando aqui… Cadê a hidden blade?? O_O

Pois é, ainda não apareceu. Mas ela vai estar presente! Isso também já foi confirmado. Por enquanto temos como  melee weapon um tomahawk com o emblema dos assasinos. Será que vai rolar escalpe dos ingleses?

Havia algo no game que me incomodava muito até então. A fila que os adversários faziam para morrer. Aquele pessoal tão educadinho, um de cada vez batendo palmas para acrobacias que Ezio e Altair faziam enquanto picotavam seus coleguinhas. Que meigo… Isso deve acabar ( aleluia, irmãos! \o/) e um novo sistema de combate está a caminho. Agora devemos manejar duas armas, uma em cada mão (dã), de forma independente para ataques e contra-ataques.  A movimentação também está diferente… Aliás, pelo que nos foi passado, é mais fácil contar nos dedos o que não foi modificado.

Isso se deve ao fato de que o jogo está sendo produzido há mais de dois anos. Antes do lançamento de Brotherhood. É nada mais, nada menos que o projeto mais caro, ambicioso e trabalhoso da Ubisoft até então!

Curiosamente, Jade Raymond, produtora de games mais gata do planeta, não participou de Assassin’s Creed Brotherhood e Revelations. Mesmo após o grande sucesso de seu trabalho em AC e ACII. Estaria ela também por trás da novidade? Estando ou não, esse tempo de produção em outro título também justifica o fato da engine de batalhas não ter evoluído nas aventuras de Ezio. Mesmo com jogos semelhantes mostrando “como é que se faz”. Batman Arkham Asylum e Arkham City, por exemplo.

Dentre as coisas que se vão sem saudades, vai o Tower Defense. Na boa, eu curto Tower Defense… NO WARCRAFT! Seguindo esse raciocínio, teríamos hadoukens, colossus escaláveis e até minecraft. Que bom que isso teve um fim curto.

Bom, chega de papo. Acabou de sair o primeiro trailer do jogo, onde você pode ver melhor tudo que foi mostrado aqui. =)

Vale muito também conferir a visão da @TheRealGiovana sobre o lançamento, na porta ao  lado, no Garota Geeks!