Filmes para geek ver é uma série com recomendações constantes sobre o universo geek retratado pela sétima arte. Vale dizer também que nem sempre um bom filme geek é um bom filme… rs
#066 – O Grande Truque
Vocês sabem que sou um baita fã de filmes de ficção científica e que, só de ter esse elemento, o filme se torna automaticamente em um filme geek. Tudo bem que toda regra tem sua exceção, mas no caso do filme geek de hoje, ele está na regra! rs
Hugh Jackman (Wolverine) e Christian Bale (Batman) são aprendizes de um grande ilusionista chamado John Cutter (Alfred – interpretado por Michael Caine), que é um engenheiro de truques. Após uma separação dolorosa, Wolverine e Batman deixam de ser amigos e começam a competir para ver qual dos dois consegue fazer o melhor truque de todos, O Grande Truque!
Ah, você quer saber onde está o elemento de ficção científica do filme? Sorry… não vou dar spoilers! Assista que você verá!!! ;D
Título original: The Prestige Ano de lançamento: 2006 Diretores: Christopher Nolan Duração: 130 min
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aguarde...
Rating: 4.7/5 (6 votes cast)
OPINIÃO DOS LEITORES
Não basta ser geek, tem que participar! Além do comentário, dê sua classificação para o filme. Quantas estrelas esse filme merece?
Músicos Geeks é uma série de posts onde falamos de alguns momentos da vida do músico/banda. Não pretendo fazer um “por toda a minha vida ou algo parecido”, o objetivo é destacar alguns pontos curiosos, gerar discussões, tornar o post complementar por você, leitor assíduo que gosta de expor seus pontos de vista e que é mais fã e pode agregar em conteúdo! Não espere uma biografia, espere o impossível!
Waalllaaa Geeks!
O músico geek de hoje é uma representação de momento, uma das vozes mais expressivas e marcantes do mundo do Rock! Um cara tão talentoso que já passou por mais bandas famosas que muita grouppie profissional, apresento-lhes (momento Léo Lopes) Mr. David Coverdale!
Nascido em 1951, se envolveu de vez com a música a partir dos 14 anos, aprimorando suas técnicas de canto e desenhando essa forma surrpreendente e única que o fez com a fama que conhecemos. Começou com bandas locais, como a “The Governement (1982 -1972)” e “Fabulosa Brothers (1972-73)”, onde começou a engatinhar rumo à nata musical!!!
Em 1973, o Deep Purple colocou um anúncio no Melody Maker à procura de um novo vocalista para substituir o Ian Gillan, como eles já haviam feito algumas Jams, a sinergia surgiu naturalmente, com apenas uma fita enviada David Coverdale tornou-se o novo vocalista do Deep Purple entre 1973 e 1976 participando de clássicos como esse:
Seu primeiro álbum com o Deep Purple (Burn) foi disco de ouro nos EUA e no Reino Unido, em sua primeira ida à Califórnia, de cara no primeiro show alcançou um show para surpreendentes 200 mil pessoas!!!
Após sair do Deep Purple, Coverdale partiu para a carreira solo gravando o seu primeiro álbum de estréia chamado “White Snake”, que inspirou o nome da banda e então no seu segundo álbum solo, formou uma nova banda que foi a base para a formação clássica do Whitesnake!
Daí a história entra em outro músicos geeks somente para o Whitesnake!
A formação clássica do Whitesnake durou de até 1982, onde foi pausada devido à sua filha, retomando no mesmo ano e lançando o álbum “Saints & Sinners”. No mesmo ano Coverdale foi convidado para ser vocalista do Black Sabbath, como recusou, chamaram um outro sujeito segunda opção chamado Ronnie James Dio!
A partir de 1984 o WhiteSnake explodiu com todos os clássicos que conhecemos, como “Here I Go Again” e “Is This Love”, contando com colaboração de gênios como o Steve Vai! #TeuPassadoTeCondena
E então para melhorar ainda mais a vida do gênio criativo Coverdale, escreveu junto com Hans Zimmer e Billy Idol a música “Note The Last of Freedom” do filme Dias de Trovão e em seguida anunciando uma pausa definitiva para o Whitesnake.
Com um novo Line-up no ano seguinte (1994), Coverdale produziu um álbum que originalmente deveria ser um disco solo, porém depois de pressões da gravadora, saiu como David Coverdale e Whitesnake e sua turnê foi lançada como despedida do Whitesnake.
Retomado em 2002 o Whitesnake segue sua trajetória com o gênio David Coverdale nos vocais participando de Turnês, com o Judas Priest, lançando álbuns live, fazendo aquela pose de banda antiga vivendo de sucessos já consagrados, magníficos, concordo, mas faz falta ver um desses monstros hoje fazendo o que sabem fazer de verdade e mandando um recado para as novas gerações que “Estamos Vivos”.
Se você quiser tentar adivinhar é só acompanhar, meu Twitter ou o do WeRGeeks, toda semana as segundas das 18:00 ás 22:00 posto uma dica de hora em hora, “TEJE DESAFIADO!”
Filmes para geek ver é uma série com recomendações constantes sobre o universo geek retratado pela sétima arte. Vale dizer também que nem sempre um bom filme geek é um bom filme… rs
#064 – RoboCop
Metade homem, metade máquina e um tira 100% agressivo fodabagarai! Não poderia estar falando de outro ser nesse universo, ele mesmo, RoboCop.
Se você não viveu os anos 80, muito provavelmente deve estar pensando “mas que p*rra é essa Tato”? Então eu respondo: “Sabia que os filmes dos anos 80 podiam ser agressivos sem ninguém falar merda? Sabia que vingança era levada numa boa, mesmo quando levada às últimas consequências”? Agora imagine um filme com tudo isso e um policial ciborgue modafóca sanguinário… só poderia ser sucesso absoluto de bilheteria!
Fora a violência, ainda tem o lado necro-tecnológico de transformar um policial defunto em uma máquina da lei, com todos seus conflitos internos e “emoções”. Filmão pra geek nenhum botar defeito. Então, fica a dica para essa semana, separe um tempo e veja (ou reveja) RoboCop, certeza que não se arrependerá! ;D
Título original: RoboCop Ano de lançamento: 1987 Diretores: Paul Verhoeven Duração: 102 min
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Rating: 5.0/5 (3 votes cast)
OPINIÃO DOS LEITORES
Não basta ser geek, tem que participar! Além do comentário, dê sua classificação para o filme. Quantas estrelas esse filme merece?
Músicos Geeks é uma série de posts onde falamos de alguns momentos da vida do músico/banda. Não pretendo fazer um “por toda a minha vida ou algo parecido”, o objetivo é destacar alguns pontos curiosos, gerar discussões, tornar o post complementar por você, leitor assíduo que gosta de expor seus pontos de vista e que é mais fã e pode agregar em conteúdo! Não espere uma biografia, espere o impossível!
Waaalllaaa Geeks!!!
Vamos falar de samba, mas peraí, não estou falando daqueles jargões horripilantes de “Eu te amo” ou “volta pra mim” ou “Você me deu um pé na bunda”, estou falando de gente que sabe o que faz e entende o sentido dessa viagem alucinante <- Entenda isso como quiser, maravilhosa e divertida sobre o Gênio Bezerra da Silva!!!
Nascido em 1927, ele foi cantor, compositor, violonista, percurssionista e ainda um doido, maluco, pior que se juntar o Tato Tarcan, Professor Maury e Rafael Amon juntos, bebendo para falar de mulheres!
Sua história merece muito ser reverente citada, participou da Marinha Mercante, foi expulso, morou no Morro do Cantagalo (que deve ter um bom motivo para se chamar assim), começou tocando percussão em blocos carnavalescos quando terminava o seu turno de pintor, até ser descoberto por uma radio em meados dos anos 50!
Mal financeiramente passou a morar nas ruas de Copacabana, onde tentou até se matar, depois começou a se dedicar à composição, instrumentismo e canto pra valer, explodindo com várias músicas. Ele mostrava muito antes de Hip Hop, o lado B da realidade das ruas, com clássicos como ”Malandragem Dá um Tempo“, “Sequestraram Minha Sogra”, “Defunto Caguete”, “Bicho Feroz”, “Overdose de Cocada”, “Malandro Não Vacila”, “Meu Pirão Primeiro”, “Lugar Macabro”, “Piranha”, “Pai Véio 171″, “Candidato Caô Caô”…
Bezerra sempre foi um cara brincalhão e de sacadas geniais, lançou em 1995 junto com Dicró e Moreira da Silva um dos discos mais legais de Partido Alto que já ouvi, chamado “Três Malandros In Concert”.
Em 2001 aderiu à música gospel lançando o álbum Caminho de Luz, onde não durou muito tempo e chutou o balde de vez, gravando com bandas como Planet Hemp, O Rappa e Velhas Virgens, sempre brincando com temas cotidianos da vida, contextos alegres, envolventes cadenciados, decididamente únicos, o que dá a esse velho Malandro que tristemente nos deixou aos 77 anos, mas com um legado musical de deixar qualquer um desses “Cabelo Oxigenados Melosos” babando e respeitando o Embaixador dos Morros e das Favelas.
Se você quiser tentar adivinhar é só acompanhar, meu Twitter ou o do WeRgeeks, que toda semana as segundas das 18:00 ás 22:00 posto uma dica de hora em hora, “TEJE DESAFIADO!”
Filmes para geek ver é uma série com recomendações constantes sobre o universo geek retratado pela sétima arte. Vale dizer também que nem sempre um bom filme geek é um bom filme… rs
#063 – Independence Day
Segunda semana com um filme geek tosco, mas obrigatório. É lógico que quando estreou no cinema Independence Day era bem melhor (principalmente comparando os efeitos especiais), mas cá entre nós, ele nunca foi uma obra de arte! rs Aliens invadindo a Terra, ok, nenhuma novidade. Afinal, se a toda invasão da ficção rolasse na vida real, seria uma rotina sem noção. Mas aliens atacando a humanidade em 4 de julho, qualé Roland Emmerich, cê tá de sacanagem comigo? =P
Ok, ok, já acabou o momento do post no qual eu alopro o filme… Independence Day é obrigatório por todas as cenas clássicas que entraram na cultura geek, sem contar as galhofadas animais do Will Smith e as galhofadas de grandes referências da ficção científica. Sei que já vimos muito esse filme no cinema, depois no home video, depois na tv a cabo e depois na tv aberta, mas tento sempre ver esse clássico pelo menos uma vez por ano!
Título original: Independence Day Ano de lançamento: 1996 Diretores: Roland Emmerich Duração: 145 min
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Rating: 4.0/5 (2 votes cast)
OPINIÃO DOS LEITORES
Não basta ser geek, tem que participar! Além do comentário, dê sua classificação para o filme. Quantas estrelas esse filme merece?