Conforme prometido pra galera, fizemos nosso fantástico review da camiseta da loja Cavalaria Geek!
E nesse primeiro vídeo começamos com o modelo #CavalariaGeek! \o/ Raaaaul
Curtam o vídeo e conheçam também os outros modelos acessando http://www.cavalariageek.com.br
Olá Geeks. Esta semana vou passar aqui na coluna NPossibilidades uma dica que pode não ser novidade para todos, mas com toda a certeza será útil a alguns de vocês.
O que todo geek que se preza gosta de fazer com seus brinquedinhos eletrônicos? Inventar novas maneiras de utilizá-los. Não é atoa que existem tantos aplicativos nas app stores que praticamente dão vida nova aos smartphones e tablets. A dica de hoje é sobre como transformar um smartphone Nokia, iPhone ou iPad em um “quase desktop”.
A lista de acessórios não é muito barata, mas são itens um tanto comuns:
No caso dos smartphones da Nokia, alguns deles possuem saída de vídeo (HDMI ou não) e normalmente já vem com os cabos necessários em seus kits, o que facilita muito. No caso do iPad o conector é vendido em separado.
Antes que alguém diga que é mais barato comprar um netbook ou notebook, deixa eu explicar uma coisa: Não estou dizendo para gastarem nada e nem que esta é a melhor opção. A ideia aqui é fazer um uso diferente do equipamento que já se tem em casa. Isso pode ser útil em momentos onde tudo que se quer é economizar em peso na mochila, por exemplo, uma viajem de férias.
Bom, nos aparelhos da Nokia é simples. Basta conectar, via Bluetooth, o teclado e o mouse e após isso à um monitor ou TV. Fácil e sem segredos. Já no iPad ou iPhone requer um pouco mais de trabalho.
No caso do iPad 2 e do iPhone 4 (ou o recém lançado 4S) é preciso utilizar o conector VGA ou HMDI. Desta forma alguns dos aplicativos serão espelhados no monitor, TV ou mesmo em projetores. O problema é que nem todos os aplicativos permitem que se faça isso. A coisa fica ainda mais restrita no caso do iPad de primeira geração. Então entra aqui o velho Jailbreak.
No Cydia existem dois aplicativos que liberam alguns recursos bem úteis. O primeiro destes programas é o Display Out. Ele faz com que absolutamente todos os aplicativos e recursos do iPad ou iPhone sejam espelhados (projetados) na TV.
A segunda dica de aplicativo é o BTstack Mouse. Com ele é possível conectar um mouse Bluetooth com facilidade. Já que a conexão com teclado é feita sem a necessidade deste tipo de recurso não há mais dificuldade alguma aqui.
O que se pode fazer com estes “quase desktops”? Praticamente todo o tipo de uso básico de um netbook: Edição de textos e planilhas, navegação na web, envio de e-mails… tudo de forma bem mais confortável do que se faria diretamente no smartphone ou tablet.
Bom, vou ficando por aqui hoje, mas no próximo post da coluna NPossibilidades trarei alguma outra dica geek para utilizar em seus brinquedinhos eletrônicos. Até lá…
Fones de ouvido são acessórios indispensáveis para qualquer pessoa no mundo de hoje, ainda mais tantos utilizando os clássicos MP3, passando pelos modernos celulares e, também, claro, os amantes do iPhone – sim, Tato, isso é para você!
Seria melhor se cada um tivesse um pouco de consciência: usar um fone de ouvido é privar outras pessoas do barulho infernal que está saindo do seu aparelho – o que acontece com celulares pendurados no pescoço ou apoiados na mão dos indivíduos na rua, no metrô, nos ônibus…
Enfim, estou aqui para dizer que até mesmo em casa, os fones podem se tornar peças de uso diário, ou então uma decoração a mais para o seu computador. Descobri um feito por uma famosa cantora atual, mas custa 100 dólares e, sendo tão vulgar, prefiro deixar de lado, vamos aos mais geeks mesmo.
Para as pessoas que curtem moda e acessórios, porque não um design variado de cores e prático. Mas porque não, uma imitação de ioiôs quando estão fechados? Esses são os fones de ouvido da loja Geekstuff4U e custam 56 dólares.
Já imaginou usa um zíper preso à orelha? Essa é a proposta do Zip Fone para os geeks. Além de ser facilmente ajustável para a abertura do fone, você controla o volume e a música preferida no próprio zíper.
Vindos diretamente do Japão – de onde mais seria?! -, estes fones têm as pontas feitas com peças de Lego e, no meio, encaixes próprios para o brinquedo. Por meio da marca PlayBrick, os japoneses inventaram o SoundBlock inspirados nos Anos 80 e na diversão nerd. Lego é mundialmente conhecido como brick – tijolos.
Feito para ser um conceito e elaborado para pessoas ‘em movimento’, o Semicircle pretende chegar logo ao mercado. Ele tem esse nome por causa do formato do fone, que é encaixado na borda, abaixo da orelha, sendo mais fácil para você ouvir barulhos externos, ou se preocupar com o carro à frente. Esse já vem com Bluetooth.
Fala Geeks! Tudo bem? Vamos falar de gadgets? Bom, seguindo o que prometi em meu primeiro post aqui no WeRgeeks, vou falar um pouco sobre outro brinquedinho que chegou. Estou me referindo ao Apple TV.
Bom, não vou falar sobre suas características de hardware já que isso não importa muito em seu uso. Tampouco vou fazer um review, já que isso muitos outros fizeram antes. Ao invés disso vou apenas deixar algumas das minhas impressões e contar um pouco do que tenho feito com ele.
Mas antes disso, fiquem aqui com o vídeo no qual fiz um breve unboxing.
A instalação e uso, assim como qualquer outro equipamento da empresa da maçã é extremamente simples. Não foi preciso sequer consultar o manual para isso. Bastou plugar à TV e ligar para que ele já tentasse se conectar à minha rede Wi-Fi e em seguida pedisse meu AppleID. Apenas a digitação através do controle é que podia ser mais simples. Se fosse possível conectar o teclado Bluetooth seria perfeito.
Quando este iGadget chegou aqui, alguns me perguntaram: De que adianta o Apple TV se não dá para alugar filmes no aqui no Brasil. Há muitas outras formas interessantes de utilizar o aparelho sem isso, mas já entro nestes detalhes. Sobre o Netflix, bem, como sabem a maior locadora online do mundo já está funcionando em território brasileiro, quem sabe agora que a Apple está vindo para cá não tenhamos em breve este serviço no aparelhinho também?
Bom, mas o que fazer com o ele? Vale a pena comprar? Se você já tiver comprado todos os gadgets que realmente necessita e ainda assim tiver algum dinheirinho sobrando, aqui está um brinquedinho bem interessante. Seu preço lá fora é de $99 + impostos. Não é tão caro assim.
O que tenho feito aqui em casa já valeu o investimento, sem dúvida alguma. Com ele consigo assistir filmes e fotos armazenados no iPad ou MacBook Air diretamente na TV sem a necessidade de cabos. Além disso também é possível da mesma forma ouvir minhas músicas através do Home Theater com muito mais qualidade do que nos autofalantes do computador.
Um ponto interessante é que não preciso parar o que estou executando no iPad ou no Macbook Air enquanto isso. Tudo funciona perfeitamente em multitarefa. Ok, mas isso já era de se esperar, afinal tenho dois bons brinquedinhos da Apple aqui. Mas e quem não tem nada disso fica impossibilitado de utilizar o Apple TV? Não. Ele funciona bem também sozinho, desde que se tenha uma boa conexão Wi-Fi por perto.
Por exemplo, através do aparelho é possível acessar um canal exclusivo de trailers de filmes, rádios online, sua conta no Flickr, Mobileme e YouTube. As rádios online são as mesmas acessadas através do iTunes, mas de forma ainda mais simples através do pequeno controle remoto que o acompanha. É uma boa opção para criar um bom ambiente para seu Home Office e ainda por cima se livrar de gigas e gigas de arquivos MP3 armazenados no HD. Isso porque praticamente tudo que você gosta de ouvir está disponível de graça, 24 horas por dia.
Desde que comecei a utilizar o Apple TV, estou pensando seriamente em me livrar de toda aquela coleção de MP3 que não escuto mais e que só ocupa espaço no HD. Agora mesmo, enquanto escrevo este post, estou ouvindo uma bela rádio de Blues com muito mais músicas do que tenho no computador. Sem contar o fato de que sempre tem novidade e com ótima qualidade.
Outro ponto que também está sendo muito utilizado aqui é a conexão com minha conta no YouTube. Através disso posso assistir a todos os meus vídeos favoritos, fazer buscas, ver os destaques e tudo o mais disponível através do serviço. Com isso acabei criando uma boa opção de entretenimento, inclusive para meus filhos.
Para vocês ai que também estão nesta fase da vida (cuidar de filhos) fica uma dica: Através do computador, criem em suas contas do YouTube listas específicas para as suas crianças. Nelas acrescentem desenhos e filmes de acordo com os gostos e faixa etária de cada uma delas. Depois basta acessar através do Apple TV estas listas. Desta forma vocês terão uma boa opção de entretenimento e ainda controle sobre o que eles assistem. É quase que uma “TV por assinatura” sob demanda e ainda por cima de graça (claro, se não contar o preço do aparelho e da conexão).
Voltando aos canais disponíveis. Trailers de filmes, rádios online, Flickr, Mobileme e YouTube são pouco para você? Então fica uma dica para aumentar o leque de opções de entretenimento para seu Apple TV: Troquem a configuração do aparelho para a versão americana, mesmo que você não tenha um Apple ID deste país.
Para isso é muito simples:
Vá até Ajustes e escolha a opção Geral.
Nela escolha a opção iTunes Store e em seguida, em Localização, escolha Estados Unidos.
Mesmo que reclame sobre você não possuir uma conta de lá, as novas opções serão exibidas. Desta forma aparecerão dois novos menus: Filmes e Programas de TV. Já no menu Internet também haverá o acréscimo de Netflix, NBA, MLB.TV, Vimeo e Podcasts.
Mas não se empolguem muito, nem tudo estará funcionando como gostaríamos. Por exemplo as opções de aluguel de Filme (incluindo Netflix) e Programas de TV só funcionam bem para quem tem uma conta americana. Não dá para alugar nada. No máximo assistir a algumas prays as demonstrações de conteúdo. Pena, pois a quantidade de films e séries é incrível. Sem contra a qualidade HD que dispensa comentários. Já os canais da esportivos (NBA e MLB.TV) dependem de assinatura paga em seus respectivos sites. Mas só de liberar o Vímeo e os podcasts já é um belo ganho.
Se a dica da criação de listas/canais no Youtube já vale o investimento no aparelho, o Vimeo vem para coroar ainda mais a brincadeira. Para quem não conhece, o Vimeo é um outro site no qual podemos compartilhar vídeos. Mas, ao contrário do Youtube, onde existe uma infinidade de produções caseiras, neste existe muito material da alta qualidade. É muito comum encontrar vídeos gravados por profissionais e produtoras de cinema.
Como exemplo do que é possível encontrar no Vimeo, deixo algumas sugestões de canais profissionais:
Uma outra dica que deixo aqui é sobre a vantagem de ser um aparelhinho pequeno e leve. Posso levá-lo comigo em viagens de férias ou outras situações mais prolongadas. Tendo uma boa conexão à Internet por perto, toda a minha “programação de entretenimento” vai junto. Como ele se conecta tango via Wi-Fi quanto à cabo, fica fácil utilizar em praticamente qualquer lugar.
Mudando o foco, o brinquedinho também pode ser utilizado para trabalho. Há uma série de aplicativos para iPad/iPhone que transformam a TV em uma espécie de tela de apresentações. Assim dá para mostrar, por exemplo para clientes, aquele slide caprichado que fez sobre um determinado produto ou projeto, gráficos, documentos e outros na sua TV. Além de ser muito mais confortável de assistir, principalmente se ela for maior que seu monitor, dá uma bela impressionada. Pena que não dá para espelhar a tela na TV como aconteceria via cabo direto. Se fosse possível seria perfeito.
Conclusão: Vale o investimento? Para mim valeu e a cada dia que passa tenho mais certeza disso pois estou muito satisfeito. Mas isso vai de cada um e do uso que fariam de um brinquedinho como este.
Fala Geeks! Na estréia da coluna NPossibilidades trago para vocês um review triplo, com direito a unboxing, de um Macbook Air de 13 polegadas (modelo 2011), um Magic Mouse e também um SuperDrive. Junto a isso trago também uma pequena análise com as primeiras impressões de um novo usuário do sistema MacOS Lion.
Começando pelo maior, vamos ao Macbook Air. O notebook com visual mais arrojado da Apple (e que serviu como inspiração para a nova categoria de ultra books) é uma ótima opção para quem quer um equipamento rápido, potente e ao mesmo tempo leve. O único porém deste computador é seu preço um tanto elevado e bem acima da média.
Unboxing
Macbook Air – Netbook ou Notebook?
O foco do Macbook Air é a leveza, então tenha em mente que se optarem por esta linha estarão pagando pela falta de peso nas costas na hora de transportá-lo na mochila.
Outro ponto que se deve levar em consideração é que o aparelho traz algumas das características dos netbooks, ou seja, poucas portas de entradas USB (duas apenas) e falta de um leitor de DVDs. Somado isso ao modelo de 11 polegadas acaba fazendo com que alguns considerem o Macbook Air um netbook.
Isso é, em minha opinião um erro e também uma injustiça com este equipamento. A grosso modo, vejamos algumas das características básicas dos netbooks:
• Pouco armazenamento
• Preço baixo
• Pouca memória
• Baixo processamento
• Bateria reduzida.
No primeiro item até que o Macbook se enquadra. Ele vem com três opções (64GB, 128GB ou 256GB) de armazenamento em Flash. Mas no resto o aparelho deixa qualquer comparativo de lado. Para começar o preço: R$2999 no modelo mais simples, chegando a R$5500 no mais completo. Em relação à memória vem em opções com 2 ou 4 GB DDR3 e conta também com processador Intel i5 ou i7 dual core. Para finalizar, conta com autonomia de bateria para até 7 horas longe da tomada (na versão de 13 polegadas), nenhum netbook que conheço aguenta tanto tempo.
Quanto ao “poder de fogo” com aplicativos mais pesados, não tive nenhum problema até agora. Não faço uso de nada que demande muito processamento, por isso posso rodar tudo ao mesmo tempo sem que a máquina sequer dê o menor sinal de ficar lenta. Meu uso é basicamente análise e desenvolvimento de sistemas web, gerenciamento financeiro e pessoal, edição de imagens e vídeos, trabalhos diversos na internet, gravação de DVDs… Até agora o Air está fazendo tudo com “com o pé nas costas”. Em alguns casos ele chega a ser até mais rápido que o Macbook Pro graças à memória Flash.
MacOS Lion
Este foi um fator no qual me surpreendi ao migrar do Windows para o Mac. Primeiro pela agilidade ao fazer o primeiro boot. Com pouquíssimas configurações e poucas escolhas foi questão de minutos para estar com o computador ligado, atualizado e pronto para uso. Bem diferente do que acontece no Windows.
O Lion é um ponto um tanto controverso. Boa parte dos usuários antigos do Mac aos quais pesquisei não gostaram muito desta versão, outros ainda não migraram do Snow Leopard por diversos motivos. Para mim, que estou chegando agora no Mac, gostei muito do que encontrei. Como não estou muito familiarizado com as versões anteriores deste sistema, a curva de aprendizado foi muito mais fácil.
Entre tantos detalhes presentes no Lion, alguns dos que mais me agradaram foram: Gestos multitouch no track, AirDrop para transmissão de arquivos, sincronização com gadgets diversos (iPad e N8), Launchpad que traz um visual estilo iPad, a velocidade com que indexa e encontra qualquer tipo de informação armazenada no aparelho (Finder) e integração entre aplicativos de terceiros (Dropbox e SugarSync).
Um ponto no qual gostaria de destacar é o que mais está dando o que falar até agora: A rolagem natural. Para quem não sabe do que se trata, a Apple inverteu a rolagem de tela realizada no touchpad. Normalmente nos mouses ao se mover, através do botão de rolagem, para baixo a tela sobe e vice versa. É assim desde sempre e independe de sistema operacional. No Lion a coisa mudou espelhada nos tablets e smatphones, ou seja, role para cima e a tela sobe, role para baixo e a tela desce.
Isso dá uma certa confusão em quem fica trabalhando em computadores diversos já que hora a rolagem de tela é de um jeito, hora é de outra. Mas no fundo gostei mais desta nova forma e concordo com a Apple, é bem mais natural. Acontece que estamos muito acostumados com a forma antiga que é baseada na rolagem da barra lateral, e não da tela. Quem faz muito uso de tablets e smartphones acredito que não terá muitos problemas para se acostumar com esta opção do Lion.
Conclusão sobre o Macbook Air
Caro, bem caro para um notebook, mas vale cada centavo quando se leva em consideração o acabamento, a facilidade de não precisar desligar o aparelho para transportar na mochila (graças à memória flash semelhante a um tablet ou smartphone), a ótima autonomia de bateria e principalmente a falta de peso.
Para os profissionais móveis é uma ótima opção. Quem precisa levar sempre consigo um tablet para reuniões e um computador para trabalhar, o peso somado não chega ao da maioria dos notebooks convencionais.
Por outro lado, se levar em consideração o poder de fogo para demandas mais pesadas como jogos, renderização de vídeos, animação 3D… o Air pode não ser a melhor escolha. Pensem nisso antes de considerar este aparelho: Qual o uso normal que vocês fazem com um computador.
Acessórios
Claro que antes de terminar este review, não poderia deixar de falar nos dois acessórios principais que fazem parte do meu novo escritório móvel. Magic Mouse e SuperDrive.
Magic Mouse
O Magic Mouse é um show à parte. Sua lisa superfície trás, além de um grande botão duplo (sim, dá para ter o clique do botão direito nele), uma superfície touch com suporte à gestos. Não são exatamente os mesmos realizados no trackpad do Air, mas sem dúvida são bastante úteis.
Uma coisa que me agradou muito neste mouse é que como ele se consecta via Bluetooth e isso vem incorporado no MacBook Air, não é preciso ocupar uma das poucas portas USB para utilizá-lo. Basta ligar e pronto, em questão de segundo já está conectado.
Quanto à autonomia de bateria, vou ficar devendo esta informação já que ainda tenho pouco tempo de uso com ele. Mas pelo que pesquisei por ai ele dura meses com apenas duas pilhas.
O que gostei: Rolagem e transição de telas. Para rolar as telas para cima e para baixo basta um dedo de forma bem suave. O mesmo se aplica de forma lateral para navegar entre páginas na internet, páginas de livros, meses no iCal… Um outro detalhe que gostei bastante foi que ele se conecta perfeitamente ao Nokia N8. Muito bom para poder utilizar o smartphone conectado à uma TV como mídia center em viagens.
O que não gostei: Dependendo da superfície onde for utilizá-lo dá a impressão de que ele está arrastando sobre o asfalto. Parece que está esfregando metal com metal. A solução mais viável que encontrei para isso é sempre carregar um mouse pad na mochila.
SuperDrive
O que falar da finalidade de um drive externo de CD/DVD? A ideia é poder ler ou gravar dados neste tipo de mídia. Apesar de continuar achando que isso está com os dias contados (viva o Dropbox e pendrives), de vez em quando sou obrigado a fazer uso de DVDs.
Como o Macbook Air não conta com um leitor interno (lembrem-se, o foco dele é ser o mais leve e portátil possível) tive de adquirir o SuperDrive. Poderia ter escolhido opções mais baratas? Não. Por uma restrição imposta pela Apple, apenas este modelo é compatível com o Air. Paciência.
Ele é bem leve e o compacto ao extremo. É praticamente do tamanho de uma caixinha de CD (um pouco mais grosso e largo apenas) e ocupa apenas uma porta USB – diferente do modelo da LG que tenho aqui que necessita de duas. Também não preciso me preocupar em perder seu cabo, ele é acoplado ao SuperDrive e não se separa. Também gostei do fato de ser bem silencioso e consumir pouca energia – Nem luzes indicadores ele possui para ajudar a gastar mais.
Conclusão dos acessórios:
Não que estes sejam essenciais para o Macbook Air, eles apenas trazem um certo conforto e comodidade (mouse) e acrescentam a opção de uso de mais um tipo de mídia (SuperDrive).
O mouse é primordial para meu uso quando faço edições de imagens. Para isso é preciso ter um pouco mais de precisão nos cliques do que proporciona o trackpad. Já o SuperDrive é algo que tende a ser pouco utilizado já que praticamente todos os meus arquivos hoje são armazenados e/ou transmitidos pela nuvem.
Nos próximos posts vou continuar falando sobre o Macbook Air e sua utilização no dia a dia, como sincronizar a agenda de contatos e calendário com alguns gadgets (N8), integração com Dropbox e algumas considerações sobre o AirDrop. Também estou preparando um post sobre o Apple TV. Até lá!